Quem já imaginou ir para o Rio - ou que mora no Rio mesmo - encontrar Eurico Miranda varrendo a rua, pintando parede de prédio público ou guia de calçada, ajudando uma creche pública ou qualquer outro trabalho beneficente à comunidade?
Não se assuste se ele bater na porta da sua casa com a “tropa da dengue” pedindo pra ver os pneus velhos e as garrafas aí no fundo da sua casa. (Esvazie e proteja os pneus velhos e vire as garrafas de cabeça para baixo, dengue é um trem sério rapaz!).
É amigo, uma hora a porquinha torce o rabo.
Tá sabendo não? Leia aqui (G1).


